quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Humanismo



A idéia do humanismo foi o que moveu esse progresso e tornou-se a própria intenção e expressão do Renascimento. Trata-se de uma volta, que sugere o renascimento consciente do passado, um movimento intelectual que alcançou seu apogeu na Itália. Esse ideal também pode ser entendido como a valorização do homem (Humanismo) e da natureza, em discórdia ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam penetrado a cultura da Idade Média.
Os humanistas defendiam a idéia de que para se chegar à verdade era preciso observar, calcular, experimentar e refletir. Esse nome foi dado ao movimento porque seu objetivo era o conhecimento do homem, de seu corpo, história, idéias e emoções. Eles usavam a razão em tudo, provando, através da experiência, que o raciocínio e o cálculo sempre estavam corretos.
Os humanistas buscaram respostas para as perguntas no Cristianismo e na Filosofia Greco-Latina. Criaram um sistema baseado na superioridade do homem sobre a natureza e pela rejeição das estruturas mentais impostas pela religião medieval. A finalidade do humanismo era desenvolver no homem o espírito crítico e a confiança em suas possibilidades. A ansiedade pelo conhecimento e o espírito científico dos renascentistas provocaram uma verdadeira revolução. Aperfeiçoaram-se inventos como a pólvora, que transformou a estratégia militar, e a bússola, que permitiu os grandes descobrimentos geográficos. Talvez o fato mais marcante tenha sido a invenção da Imprensa.
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A Reforma e a contra-reforma


A Reforma e a Contra-Reforma arrancam na Europa, no século XVI, num momento em que a angústia e o temor face à vida terrena e à vida após a morte se tinham apossado das populações. Lutero, Calvino e outros reformados, bem como a Igreja Católica impulsionada pelas definições doutrinais e decisões disciplinares do Concílio de Trento, procuraram respostas para a inquietação da época e tornaram-se responsáveis pela recrudescência da vida religiosa nos séculos XVI e XVII, mas a defesa das suas doutrinas veio também a ocasionar guerras, conflitos e acções repressivas de ambos os lados.

Renascimento



O Renascimento foi o inicio da superação do homem medieval de mentalidade irracional, em direção ao pensamento reflectivo e lógico que temos nos dias hoje.


O homem que estava submisso aos senhores feudais e á Igreja (teocentrismo), deu lugar a um homem consciente de sua importância como ser racional, livre e individual.


O pensamento renascentista teve grande impacto no campo social, na arte, no campo econômico, religioso, filosófico e artístico.


Os renascentistas descreviam a Idade Média como a "Idade das Trevas", a fase mais sinistra do ser humano. Se os seres humanos começassem a cultivar os valores antigos, como os da "Cultura Greco-Romana", eles evoluiriam para melhor, trazendo "Luzes" para as trevas.
Afresco de Michelangelo
Na Idade Média, o homem de virtudes era aquele que vivia preso em um mosteiro rezando, na Idade Moderna o homem ideal era os artistas, pintores, escultores, poetas e ciêntistas.




O Humanismo que botou o homem como o "Centro do Universo", (antropocentrismo), a invenção da Imprensa que propagava as idéias humanistas e a Queda de Constantinopla que provocou a transferência de muitos sábios bizantinos para a Europa, foram os principais fatores que deram origem ao renascimento.

Quadro de Monalisa

Os renascentistas redefiniram história, eles a dividiram em: Idade Antiga, a Idade Média e a Idade de Ouro (Renascimento),que iniciou com eles.

O renascimento surgiu na Itália, inicialmente abrangia apenas a Literatura, com o passar do tempo envolveu todo o contexto cultural de muitos países europeus, como França, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Portugal e Holanda.
A ultima ceia
Na Itália, o berço do renascimento, cidades como Gênova, Veneza e Florença eram extremamente ricas graças ao comercio com o oriente. Os burgueses donos de grandes riquezas, mandaram construir palácios decorados perfeitamente com estátuas que pareciam estarem vivas devido a tamanha perfeição que eram feitas.


A Burguesia que protegia e financiava os artistas italianos da renascença eram chamados de "Mecenas".


No campo da arte, destacaram-se os italianos: Boticelli- Nascimento de Vênus, Rafael- Madonas, Leonardo da Vinci- A Ceia e Gioconda, Michelangelo- Davi.
Nascimento de Vênus
Na literatura destacaram-se; Petrarca- Cancioneiro, Bocaccio- Decameron, Ariosto- Orlando Furioso.


Na Ciências tivemos; Galileu Galilei- Formulou a Teoria da Rotatividade da Terra. Nicolau Copérnico- Propôs a teoria heliocentrica, ele afirmou que o Sol é o centro do universo.
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A ciência renascentista confrontou conceitos elaborados pelo pensamento medieval e clerical. derrubou-se à idéia de que a Terra era o centro do do cosmos.


Não aceitando essa quebra de paradigma, a Igreja perseguiu aqueles que negavam a validade de suas teses. A Inquisição foi um movimento da igreja que perseguia aqueles que era contra os dogmas clerical.

Julgamento dos Hereges

''A Inquisição aniquilou milhares de pessoas contrarias aos seus paradigmas''


Leonardo da Vinci foi uma das pessoas que mais se destacou no renascimento. Foi pintor, escultor, engenheiro, musico, filosofo e poeta. Realizou diversos experimentos mecânicos.Muitos cientistas passaram a utilizar métodos experimentais com o objetivo de entender a natureza e os fenômenos do universo.
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Da Vinci também se interessou pelo estudo do corpo humano, realizou diversas autopsias, fez diversos desenhos detalhados da anatomia do corpo humano.
Homem Vitruviano

O Renascimento gerou valores culturais que se expandiram ao longo dos séculos seguintes, o homem evoluiu precocemente no ponto de vista cultural, a invenção de Maquinas aperfeiçoadas na Revolução industrial é um exemplo desta afirmação.

O imperialismo





A ocupa��o norte-americana do Iraque fez reemergir o imperialismo mundial no l�xico da linguagem do dia-a-dia, depois de uma aus�ncia de cinco d�cadas, desde o final da Segunda Guerra Mundial. As aventuras militares dos Estados Unidos desde essa altura � particularmente na Coreia, Vietname, e Am�rica Central � foram disfar�adas de opera��es defensivas, contra o crescimento e a amea�a representada pelo Comunismo e todas as suas manifesta��es mal�ficas, nomeadamente, a liberta��o nacional, a autodetermina��o, e a justi�a econ�mica e social.

A verdade, no entanto, � que o imperialismo se manteve uma constante sempre presente tal como as mudan�as das esta��es do ano. A �nica coisa que se modificou foi o embrulho, o que se poderia descrever, parafraseando James Connolly, como um vinho velho numa garrafa nova.

A classe dominante nos EUA emergiu da Segunda Guerra Mundial como os novos donos do mundo. Como tal, eles perceberam rapidamente que a pletora de movimentos de liberta��o nacional que brotavam por todo o globo depois da guerra, determinava um aban�o no jugo imperialista, e exigia novos m�todos de controlo, diferentes dos utilizados anteriormente pelas pot�ncias europeias.

O objectivo declarado do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monet�rio Internacional (FMI), quando fundados por um pequeno n�cleo de financeiros internacionais e banqueiros (principalmente brit�nicos e americanos, com os brit�nicos a aceitarem por esta altura o seu papel de parceiro inferior na nova ordem das coisas) em Bretton Woods, New Hampshire em 1944, era reconstruir a Europa e estabilizar os mercados financeiros mundiais, depois do turbilh�o da Segunda Guerra Mundial.

Em linha com este objectivos, as ex-col�nias, rec�m-independentes, no Terceiro Mundo, que gradualmente tinham ganham a sua liberdade, tinham de ser disciplinadas e controladas � pois elas possu�am os recursos humanos e naturais necess�rios � expans�o neste novo imp�rio global.

Depois de sofrer a pilhagem do colonialismo, e depois da dura luta pela liberta��o, as na��es do continente africano em particular, ficaram com as economias devastadas e moribundas, o que as colocava � merc� dos abutres, sob a forma dos grandes bancos internacionais e de institui��es financeiras.

Estes bancos e institui��es emprestaram grandes somas de dinheiro com taxas de juro predat�rias, impossibilitando que o Terceiro Mundo se reconstru�sse, desenvolvesse, e pagasse os seus empr�stimos ao mesmo tempo.

Tinha de ser uma coisa ou outra.

As coisas entraram em crise em meados dos anos 1980 quando, para afastar a possibilidade de uma depress�o mundial devido ao cr�dito mal parado por falta de pagamento dos pa�ses do Terceiro Mundo, o FMI e o BM entraram em cena e assumiram a responsabilidade dessas d�vidas perante os grandes bancos mundiais como o Barclays, Cr�dit Lyonnais, Chase Manhattan, etc., que estavam sob a amea�a de colapso.

Foi um passo que colocou o FMI e o BM numa posi��o de poder inatac�vel, posi��o essa que eles nunca desdenhado.

Desde essa altura, 70 pa�ses no mundo foram for�ados a adoptar Programas Estruturais de Ajustamento (PEA), desenhados e desenvolvidos pelo FMI e pelo BM. Estes PEA pretendiam reestruturar as economias dos ditos pa�ses, de forma a melhor poderem pagar as ajudas e os empr�stimos dados pelo Primeiro Mundo, representado pelo FMI e pelo BM.

Isto exige que imponham programas de severa austeridade �s suas j� cambaleantes economias, que se traduzem na erradica��o do t�o necess�rio investimento p�blico em programas sociais de sa�de, educa��o, transportes, agricultura, e por a� fora.

Estes programas de austeridade abrem portas �s corpora��es multinacionais, sempre � espreita de reduzir custos e de ter acesso a fontes baratas de mat�rias-primas, para entrarem e instalarem a sua produ��o, trazendo as pessoas, incluindo crian�as em muitos casos, da terra para as f�bricas, onde s�o for�adas a trabalhar muitas horas, em condi��es horr�veis, e com sal�rios de mis�ria.

Isto serve dois prop�sitos: destr�i as agro-economias do Terceiro Mundo, que agora s�o obrigadas a importar os seus alimentos do Primeiro Mundo, e assegura o fluxo de riqueza para as corpora��es multinacionais do Primeiro Mundo e para os seus investidores internacionais.

O caso da Nig�ria � t�pico. Hoje, a esperan�a de vida neste pa�s rico em petr�leo, dependente de ajudas, � de 47 anos para os homens e 52 para as mulheres. De uma popula��o de 120 milh�es de pessoas, 89 milh�es vivem com menos de um d�lar por dia, isto apesar do facto de o Delta do N�ger conter grandes reservas de petr�leo.

Um empr�stimo do FMI de 12 mil milh�es de d�lares [8,7 mil milh�es de euros] transformou-se numa d�vida continuamente por pagar de 27 mil milh�es de d�lares [19,6 mil milh�es de euros].

O povo da Nig�ria n�o chega a ver um �nico d�lar da riqueza produzida pelo seu petr�leo, que sai do seu pa�s, sem controlo, para os bolsos de um cons�rcio de companhias petrol�feras brit�nicas, holandesas, e norte-americanas. As suas est�o reduzidas a uma luta di�ria pela sobreviv�ncia.

No Terceiro Mundo, morrem por ano, seis milh�es de crian�as com idade inferior a 5 anos, devido � fome e a doen�as trat�veis.

Este genoc�dio ano ap�s ano contra as crian�as dos pobres � o resultado l�quido da rapina e do roubo que o FMI e o BM fazem aos recursos naturais e humanos do Terceiro Mundo, em nome das classes dominantes do Primeiro Mundo.

� um imperialismo com outro nome, um imperialismo suave que aparece disfar�ado de ajuda, mas cujos verdadeiros objectivos s�o indistingu�veis do imperialismo duro que podemos ver agora na ocupa��o militar do Iraque.

Ambos se combinam de forma a alimentar o apetite insaci�vel dos poderes capitalistas do mercado livre.

Ambos condenam milh�es � morte e � mis�ria.

Ambos constituem uma maldade que � inimiga do progresso humano.




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A primeira guerra mundial



As origens do conflito:são inúmeros os motivos que levam a guera

Durante boa parte do século XIX,a política externa das grandes potências européias foi orientada pelo princípio do equilíbrio de forças e pela aceitação mútua das respectivas áreas de influência.A partir de 1871,com o fim da guerra franco-prussiana,porém,teve início um período de tensões conhecido como Paz Armada.Esse período se prolongou até 1914,quando eclodiu a primeira guerra mundial.
A primeira Guerra Mundial começou em 1914 e acabou em 1918.
A guerra começou porque mataram o príncipe do império Austro-Húngaro, chamado Francisco Ferdinando, e sua esposa Sofia. Quem os matou foi um estudante do grupo Mão Negra, da Sérvia, e então começou a guerra.


Por ter perdido a Primeira Guerra, a Alemanha teve que pagar uma multa de 31.500.000.000 de dólares, multa que em 1961 ainda estava pagando.


O número de mortos foi 9.000.000 e de feridos 21.000.000.



Os países que participaram foram:



Áustria -Sérvia
]Alemanha -
Japão
Itália
Rússia(até 1917)
Turquia -França-Portugal
Bulgária -Inglaterra
E.U.A(depois de 1917) - Brasil


e outros.
Postado por Carlos e Gabriel R
Postado por Blog do 5° ano A - 2008 - Colégio Friburgo às 04:28
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Revolução Industrial


As transformações sociais, economicas e produtivas


Na metade do século XVIII,a Inglaterra havia se tornado o país mais rico do planeta.Senhora dos mares,sua esquadra era a mais forte do mundo.Além disso,seu império colonial havia crescido muito,principalmente depois da vitória contra a França na Guerra dos Sete Anos{1756-1763),quando passou a controlar ex-colônias francesas na América,na Asia(inclusive a India)e na Africa.


O aumento da população favorece a Revolução industrial



Contribuíram para o aumento da população a melhora das condições de saúde,a gradual redução das doenças e o aumento da produção agrícola. O aumento populacional ampliou o número de consumidores e tornou disponível grande quantidade de mão de obra.Assim,graças á abundante oferta de trabalhadores, engrossada pelos camponeses que deixaram o campo devido ao processo de cercamento,os empresários podiam manter baixos os salários dos operários.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A procura do caminho marítimo para as Índias


Estavam interessados em encontrar os locais de onde vinham as especiarias e os produtos exóticos que os comerciantes venezianos adquiriam dos comerciantes árabes nos portos de Alexandria e Beirute e revendiam na Europa. Procuravam também encontrar minas de ouro no Oriente, o Lendário reino de Prestes João e as ricas terras descritas por Marco Pólo, que passou alguns anos na corte do rei Kublai Khan, na China;(retirado do site viagens marítimas)

No final da idade média,os conhecimentos geográficos estavam limitados à Europa e as regiões em torno do Mediterrâneo europeu imaginava que existissem a América e a Austrália. Entretanto,apesar dos escassos conhecimentos,alguns navegadores a serviço de Portugal tentavam circunavegar a África para atingir o Oriente.Isso em meados do sèculoXV.assim,os navegadores conseguiram alcançar as ilhas do Cabo Verde, a foz do rio Gâbia,a ilha da Madeira e o arquipélago dos Açores.